Tecnologia e Educação
Blog de Jarley Nóbrega
Blog de Jarley Nóbrega
28/03/11
Ontem fui para a 1a corrida do ano, a tradicional Corrida das Pontes. Apesar das falhas da organização na entrega do kit (acabou o estoque de camisas tamanho M), no dia da prova foi tranquilo no guarda volumes e retirada da medalha.
Não consegui correr bem ontem: muito calor e poucos treinos levaram meu tempo para acima de uma hora (pace de 6’21″). No geral, o isolamento estava perfeito e a hidratação ocorreu sem problemas. Agora é recomeçar os treinos para encarar pelo menos duas meias-maratonas até o final do ano.
06/12/10
Disputei no último sábado (04/12) a 1a Corrida dos Guararapes. Foi a minha primeira prova noturna de 10 KM, realizada em Piedade, Jaboatão dos Guararapes. Confesso que não estava muito empolgado para correr à noite, principalmente depois que minha miopia voltou a dar sinais de vida (estava com medo de não ver os buracos no meio do caminho
), mas a prova até que foi divertida. Depois de um atraso de meia hora, largamos na beira-mar de Piedade, passando por um pequeno trecho de areia. A prova consistia de duas voltas de 5KM, boa parte na Av. Bernardo Vieira de Melo, juntinho dos carros. A guarda municipal de Jaboatão mandou um efetivo pequeno para a corrida e em alguns momentos tivemos que dividir o espaço com um carro que invadia a faixa.
Não houve cronometragem com chip, com o tempo sendo registrado de forma manual na chegada. Fiz incríveis 48’28″, o meu melhor tempo para essa distância. Uma vantagem de correr à noite é que o desgaste é bem menor que as corridas diurnas. Só tomei um gole de água durante todo o percurso. Na chegada, o filhão e a esposa me esperavam
As fotos (ruins
)foram tiradas no celular de Carol, que esqueceu a máquina em casa.
Corrida de rua agora, só no ano que vem!
18/11/10
Finalizando a série de slides, é apresentado o estudo de caso (fictício) da WCM e algumas soluções de automação do PDI. Apenas relembrando, o material com os exercícios foram publicados no post da 1a aula.
18/11/10
Na 2a aula do tutorial são mostradas as principais técnicas de manipulação de dados e fluxo de controle, além de apresentar algumas técnicas de transformação dos dados. No fim, é mostrado como validar e tratar erros com o PDI. O roteiro e o material para os exercícios foram publicados na 1a aula dessa série.
18/11/10
Nesse semestre eu reduzi a zero o número de aulas nas faculdades onde ensinava. As atividades no MCT e no doutorado estão tomando todo o meu tempo de trabalho e ficou inviável continuar lecionando. De qualquer forma, vou começar a publicar nesse espaço o material dos últimos cursos e disciplinas que ministrei. Minha intenção inicial sempre foi produzir um conjunto de apostilas para servir de apoio aos meus alunos, mas por enquanto vou publicar apenas os slides das aulas.
O primeiro conjunto de slides é sobre um tutorial do Pentaho Data Integration. Esse material foi mostrado na cadeira de Banco de Dados para Suporte a Decisão, do Prof. Robson Fidalgo. Fiquem à vontade para criticar e sugerir modificações no material.
O roteiro dos exercícios encontra-se disponível nos slides abaixo:
As bases de dados dos exercícios podem ser baixadas aqui.
17/11/10
Participei na última segunda, 15/11, da meia maratona internacional da Maurício de Nassau. A primeira edição do evento contou com a participação de Frank Caldeira, que venceu a prova da maratona (42 KM) com um tempo de 2:21:34. O meu tempo no percurso de 21 KM foi de 02:13:43. O tempo quente e abafado atrapalhou um pouco o desempenho de todos os participantes, mas consegui chegar inteiro no final da corrida. Fiz um tempo bom (abaixo de 6′/KM) até a altura dos 12 KM. Depois desse ponto o meu rendimento começou a cair muito rápido, cravando um pace final de 6’26″/KM na chegada. A trilha sonora da corrida incluiu Monster Magnet, Foo Fighters, Incubus, Body Count e Metallica.
A prova teve uma largada tranquila (1.500 participantes), com boa hidratação e marcação do percurso. O isolamento da corrida foi um pouco complicado, principalmente no trecho da praia de Boa Viagem, onde os agentes da CTTU tiveram muito trabalho para evitar que os banhistas invadissem a área dos corredores.
O ponto negativo do evento foi o kit distribuído na chegada: sem isotônico, sem uma fruta, apenas uma barrinha de cereais. Muito pouco para uma prova “top” do circuito que teve a inscrição mais cara do ano. Mesmo com esses pequenos problemas, acho que no geral valeu a pena ter corrido essa prova. Espero voltar no ano que vem.
Próxima parada (e última do ano): Corrida dos Sinos, em Dezembro.
15/10/10
A nova versão do Ubuntu foi lançada no dia 10/10 pela Canonical. Como sempre faço a cada seis meses, me preparei para passar um dia inteiro recompilando drivers e instalando as novas versões de algumas aplicações. Fiz um backup de quase 120 GB e comecei o processo de atualização. Da última vez, tive que fazer uma instalação limpa, pois vários drivers de meu HP Pavilion dv5 apresentaram problemas de incompatibilidade com a versão do novo kernel.
Para minha grata surpresa, o processo de atualização rodou rápido e sem apresentar praticamente nenhum problema. A nova versão, 10.10, mostrou-se muito estável. O único problema foi a recompilação de alguns módulos do VMWare Player que apresentou a mensagem “Unable to build kernel module – See log file…” durante o processo de inicialização. A falha foi resolvida com o patch fornecido por Matt Rudge (acesse o procedimento aqui).
Na minha última atualização de versão, meti o pau na Canonical pela falhas, mas dessa vez tenho que parabenizá-los pelo excelente trabalho feito.
13/09/10
Calma. Isso não foi um anúncio de assalto. Era apenas a frase que os organizadores da 1a Corrida das Farmácias Pague Menos disparavam para os corredores que passavam pelo pórtico de chegada. Nunca tinha visto isso antes, nem mesmo nas corridas com organização mais acanhada.
No dia anterior, fiquei até com uma boa impressão da organização da prova por causa do excelente kit. Eles souberam aproveitar a participação dos patrocinadores e encheram a sacola com bugigangas. O problema começou quando informaram que o chip só seria entregue no dia seguinte, entre 06:30 e 07:30 da manhã. Fiquei imaginando o tamanho das filas para os 2.000 participantes. No dia da prova, acordei cedo, fui para o Marco Zero e não precisei enfrentar a fila. Achei estranho quando deixei os meus pertences no guarda-volumes e o atendente colocou o número de identificação dentro do saco plástico. Fiquei imaginando a mágica que eles fariam para encontrar a numeração e devolver os pertences após a prova.
Na hora de alinhar para largar, senti falta da separação dos atletas por faixa de pace. Na última corrida das Farmácias Bompreço nos deram uma fitinha para identificar o ritmo de prova e evitar atropelos na largarda. Para piorar, largamos juntos com o pessoal que iria correr 1 KM e 4 KM. Resultado: largada tumultuada e com alguns atropelos. Mas o pior ficou para o final. Depois de uma prova extenuante, com um calor infernal, tivemos que entrar em uma fila logo após a chegada para entregar o chip. Sem água, sem descanso. “Entrega o chip, entrega o chip!”, bradava os organizadores, como se após correr 10 KM você não precisasse de um pouco de água e alguns minutos de descanso.E como eu previa, a entrega dos pertences do guarda-volumes foi caótica e sem nenhuma organização.
Fica a lição. Se houver uma segunda edição do circuito, aprendam com o circuito do concorrente (Bompreço)
09/09/10
Vale a pena dar uma olhada na apresentação de Glenn Vanderburg na última Lone Star Ruby Conference
. Apesar do título provocativo, a palestra mostra uma visão bem prática sobre como métodos ágeis podem ser utilizados para produzir software com qualidade e sem estourar o orçamento. O vídeo da apresentação (em inglês) pode ser acessado clicando aqui.